Esse foi o tema que abordei na Argentina Mining. Lá, falei sobre a necessidade urgente de aplicar métricas em sustentabilidade, RSE, investimento e retorno — quatro termos que costumam ser usados como sinônimos, mas que não o são.

Compartilhei a ideia de que, quando a sustentabilidade é quantificada, deixa de ser uma despesa; e, quando é planejada, gera retorno.
Agradeço à equipe da Argentina Mining pelo espaço; e às minhas colegas do painel, Paola Pavanello e Agustina Ferreyra Eandi, pela apresentação que ofereceu uma visão técnica e realista do que implica o fechamento de uma mina; dos recursos humanos no setor de mineração; e da relação entre sustentabilidade e custos.
Porque, se há algo que aprendi ao longo dos anos, é que as boas decisões empresariais são planejadas e refletem-se no impacto que deixam para trás.
A sustentabilidade sem uma avaliação de custos é inviável.








































































































